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Aplicado a educação.

As lesões provocadas pela natação:

Resumo: A natação é um dos esportes mais completos combinando todas as forças do corpo, flexibilidade e resistência. A julgar pelas estáticas oficiais, a natação é, neste momento, a segunda modalidade desportiva mais praticada no nosso país. Embora a natação não seja um esporte associado com alto risco de lesão, ele tem seus próprios problemas. Nadadores são, infelizmente, propensos a lesões por over use que afetam o ombro, pescoço, costas inferiores e joelhos. O presente trabalho ressalta a necessidade de trabalhar a prevenção na natação, salientando os tipos mais comuns de leões e problemas provocadas pela mesma. Tendo como objetivo apresentar os benefícios que a natação pode proporcionar juntamente com seus respectivos riscos.
Palavras Chaves: Natação, lesão e prevenção.
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INTRODUÇÃO:
A natação é conhecida desde tempos pré-históricos; os primeiros registos de natação foram na Idade da Pedra com pinturas de cerca de 7.000 anos atrás. Platão já dizia que o homem que não sabe nadar não é educado, nessa época o saber nadar representava uma forma de elitização que perdurou por vários séculos. Ela é uma excelente forma de exercício, a densidade do corpo humano é muito semelhante à da água, a água sustenta o corpo e menos stress é, portanto, colocado sobre as articulações e ossos.
O esporte aquático da natação envolve a competição entre os participantes para ser o mais rápido a uma determinada distância com autopropulsão, tem sido parte dos Jogos Olímpicos modernos desde a criação em 1896. Junto com as outras disciplinas aquáticas de mergulho, nado sincronizadoe pólo aquático, o esporte é governado internacional pela Federação Internacional de Natação (FINA), e cada país tem sua própria Corpo Nacional de Administração (NGB), tais como natação Unidos Estados. As competições de natação, no formato olímpico atual, são realizadas em piscinas de 50m e oito raias. As provas podem ser individuais e de revezamento nas seguintes modalidades: nado livre, peito, costa e borboleta. As distâncias das provas variam de 50m a 1500m.
O ombro do nadador é frequentemente acometido por lesões. A predisposição para ocorrência de lesões deve-se à combinação da amplitude articular extrema solicitada na braçada e o número altíssimo de repetições realizadas durante um treino.
O nado livre ou crawl é o mais praticado. O movimento da braçada é dividido em duas fases principais: a puxada e a recuperação. A última fase do movimento de recuperação é a entrada da mão na água. Esse é o momento onde encontramos maior incidência de dor no ombro.
Nesta fase, ocorre o movimento de rotação medial e abdução do ombro e discreta rotação do tronco para o lado da braçada.
Desta forma, este artigo tem como objetivo geral apresentar, por meio de aspectos teóricos, os benefícios da natação juntamente com seus possíveis traumas. E como objetivos específicos apresentar, de forma teórica, as lesões e suas respectivas medidas preventivas deste exercício físico (natação).
A NATAÇÃO E SUAS PARTICULARIDADES:
A natação é um exercício físico praticado na água
. Este esporte já era praticada na Grécia Antiga por trazer benefícios ao corpo humano. O esporte já fazia parte das Olimpíadas. Atualmente, são definidos quatro estilos de natação: crawl (nado livre), borboleta, peito e costas.
A natação pode colaborar desde a melhora das capacidades físicas como também nas relações sociais entre as pessoas, quando se trabalha a percepção corporal. Esta atividade aquática trabalha todos os grupamentos musculares, alivia tensões, ajuda a diminuir a gordura corporal e a recuperar lesões (MASI, 2000).
BENEFÍCIOS COGNITIVOS: Os aspectos motivacionais e propriedades terapêuticas da água estimulam o desenvolvimento da aprendizagem cognitiva e o poder de concentração, pois o aprendiz busca compreender o movimento do seu próprio corpo explorando as várias formas de se movimentar, adaptando suas limitações às propriedades da água (DULCY, 1983 ÉPORE et al 1998).
BENEFÍCIOS PSICOSSOCIAIS: As atividades aquáticas devem propiciar ao indivíduo situações de desenvolvimento de atividades em pequenos e grandes grupos, estimulando assim as experiências corporais, a integração e o convívio social (LÉPORE, 2000).
O aspecto psicológico, o efeito na melhoria do humor e na motivação é altamente significativo, além de possibilidade de descarregar as tensões psíquicas através do poder de relaxamento da água e satisfazer as necessidades de movimento (CAMPION, 2000).
Segundo LÉPORE (1999), MCARDLEM et al. (2003) e WEINECK (2005), exercícios físicos na água podem proporcionar diversos efeitos terapêuticos. Os principais benefícios terapêuticos alcançados são os seguintes: diminuição de espasmos musculares e relaxamento da musculatura esquelética; alívio da dor muscular e articular; manutenção ou aumento da amplitude do movimento articular; fortalecimento e aumento da resistência muscular localizada; melhoria circulatória e na elasticidade da pele; melhoria no equilíbrio estático e dinâmico; relaxamento dos órgãos de sustentação (coluna vertebral); melhoria da postura e melhoria da orientação espaço-temporal.
Embora a natação não seja um esporte associado com alto risco de lesão, ele tem seus próprios problemas. Nadadores são, infelizmente, propensos a lesões por over use que afetam o ombro, pescoço, costas inferiores e joelhos.
Para o desenvolvimento das suas diferentes formas de manifestação, solicita-se ao praticante a realização de tarefas que acarretam considerável volume de treino.
Numa fase de treino de base, o jovem pode ser levado a nadar 5000 metros/dia, volume este que chega a atingir, em alguns casos, 15000 metros numa fase de nadador adulto.
Como exemplo a vida média de um nadador comum de competição, podemos afirmar que, em termos aproximados e sem corrermos o risco de exageros, permanece 4000 horas na água e percorre uma distância vizinha de 8000 quilômetros.
As provas podem ser individuais e de revezamento nas seguintes modalidades: nado livre, peito, costa e borboleta. As distâncias das provas variam de 50m a 1500m.
A natação é muitas vezes visto como o mais seguro desportivo de participar, pois há muito pouca chance de lesão. Essa crença é infundada; lesão é um risco real na natação.
Lesões musculares muitas vezes podem ocorrer entre os nadadores, devido à natureza repetitiva de braçadas. A maioria das lesões em forma de risco são os joelhos e ombros, lesões comumente conhecida como ombro, joelho e coluna vertebral.
Os ombros, joelhos e coluna vertebral podem ser colocados sob um monte de estresse, especialmente em sessões de formação longa e regular.
A causa da lesão geralmente ocorre quando uma grande quantidade de tempo é gasto na piscina com a natação atleta com má técnica. Isto pode causar a coluna o joelhos e ombros para ser colocado sob estresse extra e desnecessário, potencialmente levando às lágrimas nos músculos.
Características das técnicas de nado:

Embora de forma muito breve, passaremos a referi-las por nos permitirem estabelecer algumas relações causa/efeito entre determinados tipos de lesão e a especialidade técnica do nadador.
Os movimentos são cíclicos, bilaterais, alternados ou simultâneos.
Os fatores que contribuem para que o gesto desportivo se realize de forma eficaz são: a respiração, o equilíbrio, a propulsão e a resistência ao deslocamento.
A importância de cada um destes segmentos corporais depende das características da técnica e do estilo.
No âmbito da resistência ao deslocamento, distinguem-se três tipos: a resistência de fricção ou de contato, a resistência de forma ou de pressão e a resistência de onda.
Apenas que a resistência de contato ou atrito aumenta linearmente com a velocidade, a de forma ou de pressão aumenta com o quadrado da velocidade e a de onda com o cubo da velocidade. Deste modo, velocidades mais elevadas, implicam maiores aplicações de força e, consequentemente, maior sobrecarga musculo-esquelética.
Principais Patologias e Suas Respectivas Medidas Preventivas:

Segundo os achados da literatura mundial, a natação apresenta uma incidência maior de lesões nos ombros, seguida da coluna vertebral e joelhos.
Ombro: O ombro do nadador é certamente um dos grandes desafios da traumatologia do esporte, acarretando dores às vezes intensas, que ocasionam a diminuição do rendimento esportivo do atleta.
O complexo articular do ombro une o membro superior ao tórax e constituído por trás articulações:
  • A escapulo ou gleno-umeral,
  • A acromio-clavicular
  • E a esterno-clavicular.
A cintura escapular do nadador é submetida à intensa carga de esforço, além de movimentos repetitivos, predispondo ao aparecimento de dores e processos inflamatórios. Possui ainda um plano de deslizamento escapulo-torácico que, do ponto de vista funcional, se comporta como uma verdadeira articulação.
Trata-se de uma unidade anatômica funcional complexa que alia a necessidade de uma grande mobilidade a uma escassa estabilidade.
De fato, o suporte ósseo é reduzido, sendo a relação úmero/escápula mantida fundamentalmente por tecidos moles, o que explica a prevalência de lesões a este nível.
A patologia do ombro, constitui o problema traumatológico mais frequente e incapacitante em natação de competição.
Alguns estudos apontam que mais de 50% dos nadadores, apresentaram ou apresentam queixas dolorosas da cintura escapular.

Fatores etiológicos: O conjunto de sinais e sintomas que caracterizam o designado "sindrome do ombro doloroso do nadador" relacionam-se, como já foi referido, com as caracteristicas anatomo-funcionais deste complexo articular e com o tipo de solicitação que lhe é imposto nas diferentes técnicas de nado.
Trata-se de uma entidade clínica incluída no âmbito dos "cumulative trauma disorders (CTD)" ou "overuse syndrome".
Esta terminologia anglo-saxônica, comummente aceite no meio médico, caracteriza as disfunções resultantes da ação microtraumática repetida.

Fatores que contribuem para a instalação da lesão: FORÇA + REPETIÇÃO + POSTURA + AUSÊNCIA DE REPOUSO. Erros repetidos da técnica de braçada que, ao favorecem uma exagerada rotação interna do ombro no início da fase propulsiva e inclusivamente durante a recuperação, criam condições favoráveis a ação micro traumática programa inadequados de exercícios de força e reforço muscular, acarretando desequilíbrios entre os vários grupos musculares.

Hipersolicitação das estruturas anatômicas, resultante de cargas de treino elevadas e deficiências de ordem técnica.
Utilização indiscriminada de material acessório de apoio ao treino destinado a aumentar a superfície propulsiva da mão ("swimming paddles")
O termo tendinite é aplicado indiscriminadamente a uma multiplicidade de problemas que afetam a cintura escapular dos nadadores. Objetivando uma melhor caracterização deste conceito, referiremos que se trata de um processo resultante de uma irritação repetida das estruturas tendinosas, provocada pelo ato de nadar.

As estruturas tendinosas mais vulgarmente afetadas são os tendões dos músculos supra espinhoso, infra espinhoso, longa porção do bíceps e infra escapular.
Os síndromes de"impingement" associam-se frequentemente a tendinite, principalmente a do supra espinhoso e longa porção do bíceps, sendo muitas vezes consideradas como uma mesma entidade.

Abordagem clínica: O principal objetivo da avaliação deste tipo de situações é a sua detecção precoce. O exame subjetivo assume particular importância e permite-nos o acesso a seguinte categorização:
FASE 1: Dor apenas após o treino
FASE 2: Dor durante e após o treino
FASE 3: Dor durante o treino e que afeta a prestação
FASE 4: Dor persistente, que afeta as atividades diárias e que leva a interrupção do treino.

Medidas Preventivas:
Insistir na utilização de uma técnica de nado correta: recuperação alta na fase aérea da braçada em crawl, respiração bilateral, evitar a entrada da mão na água em rotação interna excessiva.
Na técnica de borboleta, um segundo batimento de pernas forte, facilita o início da fase de recuperação do ciclo de braços, projetando os ombros para diante.

Dosar o volume de treino de acordo com a idade e o desenvolvimento músculo esquelético do nadador, respeitar igualmente os tempos de recuperação e realizar preparação física fora de água, onde o reforço muscular é fundamental.

Quanto á diminuição da dor, a utilização da crioterápica e da eletroterapia como a aplicação do TENS (Transcutaneus Electrical Neuro Stimulator) demonstra ser muito eficiente na promoção da analgesia.
Ao aparecimento dos primeiros sintomas:
  • Reduzir a distância de nado.
  • Se o alívio é imediato (nas primeiras 24- 48 horas), somos levados a admitir a possibilidade de estarmos na presença de uma mialgia de esforço.
  • Evitar as técnicas de nado que mais exacerbam a dor
  • Modificar a técnica de nado de modo a manter a eficiência biomecânica do gesto e, simultaneamente, diminuir a ação microtraumática sobre as estruturas lesadas.
  • Incrementar o "treino de pernas" em detrimento do "treino de braços", nas fases agudas.
  • Manter a condiçãoo física através de outro tipo de atividade que não a natação convencional.
  • Aplicar gelo após as sessões de treino
  • Não deixar de consultar o médico

Joelho: A natação de competição apresentou uma elevada incidência de lesões em joelhos de nadadores de peito. As causas de dores no joelho do nadador são geralmente associadas á instabilidade femoropatelar.

Para a generalidade dos autores consultados, o mecanismo desencadeador relaciona-se com a fase final da "pernada". As alterações anatomo-funcionais que caracterizam o "joelho de nadadores de peito."

Tem sido relacionadas com o envolvimento do ligamento lateral interno e articulação femuro-tibial. Vários estudos confirmam estes eventos, constituindo hoje uma opinião unânime e irrefutável.

Está provada a existência de uma elevação das forças de tensão no ligamento lateral interno durante a flexão, extensão, rotação tibial e valgismo de "stress". A fase inicial da pernada de peito, ao provocar tensão exagerada das fibras da porção anterior, constitui um importante fator patogênico da instalação da lesão a este nível.

Para o surgimento da lesão podemos referir que existe uma correlação direta e significativa entre o agravamento dos sintomas e os seguintes aspectos:
  • Idade número de anos de prática,
  • Aumento do volume de treino na técnica de peito,
  • Aquecimento deficiente,
  • Insuficiente treino de flexibilidade e reforço muscular, principalmente na fase de treino de base.
Medidas Preventivas:

O "joelho de nadador" relaciona-se com a técnica de peito.
Para a prevenção deste caso específico propõe-se:
  • Diminuir o volume de treino na técnica de peito
  • Alterações da técnica de "pernada" de forma a diminuir a sobrecarga ligamentar.
  • Procurar caracterizar se o nadador com queixas utiliza os peito formal ou natural.
  • Realizar exercícios de reforço muscular e flexibilidade
  • Não ignorar a necessidade de um aquecimento prévio antes de realizar tarefas específicas de peito.
  • Progredir as cargas de treino de forma adequada, proporcionando uma adaptação progressiva das estruturas musculo-esqueléticas envolvidas.
  • Respeitar criteriosamente a periodicidade esforço/recuperação, através de uma alternância na solicitação da articulação do joelho. As sessões de treino com elevada densidade de estimulação para a técnica de peito deverão ser intercaladas por outras de recuperação ou prifilácticas.
As primeiras queixas, aplicar gelo, interromper o treino e consultar o médico.
Coluna Vertebral: As queixas mais frequentes são as da coluna vertebral tendo como locais mais frequentes a região cervical e lombar baixa, relacionadas com a técnica de borboleta, relacionando-se com as fases de maior intensidade e duração do treino.
As dores lombares baixas parecem envolver os movimentos de hiperextensão da coluna esse mecanismo favorece o aparecimento de dores de causa mecânica.
Não obstante, é importante a realização de uma observação cuidadosa de forma a estabelecer um completo diagnóstico diferencial, é do levantamento das causas possíveis para a sintomatologia dolorosa persistente.
As mais comuns são as traumáticas, as mecânicas, as relacionadas com o crescimento/desenvolvimento e as alterações musculo-esqueléticas.

Na avaliação destes nadadores devem ser levados em consideração os seguintes aspectos:
  • História passada ou recente de traumatismos da coluna
  • Relação com a atividade desportiva (características da técnica e do estilo de nado, eventuais relações entre as fases de agudas e o processo de treino)
  • Características da dor: fatores de agravamento; fatores de remissão ou alívio; irradiação; etc.

  • Biometria, com especial atenção para os diferentes segmentos dos membros inferiores
    Amplitude articular, fundamentalmente a flexão e extensão

Caracterização de eventuais deformações: escolioses, cifoses e lordoses.
Medidas Preventivas:
A inclusão deste ponto, no âmbito da prevenção de lesões em natação, pode afigurar-se paradoxal.
Na realidade, a natação a uma prática desportiva aconselhada para numerosas patologias da coluna.
No entanto, a natação de competição, particularmente nos jovens, quando não convenientemente orientada, pode constituir uma exceção a regra.

As razões prendem-se, sobretudo, com incorreções metodológicas do treino, potenciadas pelas diferentes fases de crescimento no jovem.
São alterações que, embora se possam verificar no nadador adulto, encontra a fase de treino de base o momento mais crítico.

Para a sua prevenção propõe-se:

Despiste precoce de eventuais contraindicações para a prática da natação de competição através de exame médico-desportivo.
Realização de treino fora de água, assumindo particular importância a solicitação dos grupos musculares cervico-dorso-lombares e da parede abdominal.
Pesquisa de assimetrias do membro inferior e de alterações das curvaturas fisiológicas da coluna.

Utilização de técnicas de nado que não favoreçam o aparecimento ou agravamento destas situações, nomeadamente:
Correta posição do corpo na água nos percursos realizados na técnica de crawl a adoção da respiração bilateral pode apresentar vantagens.
Redução da densidade da carga de treino, fundamentalmente na técnica de borboleta, quando as queixas são de lombalgia.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Com a elaboração do presente estudo concluímos que a natação é um dos esportes mais completos combinando todas as forças do corpo já demonstrou, cientificamente, sua eficiência no desenvolvimento do condicionamento cardiorrespiratório, flexibilidade, coordenação motora e equilíbrio corporal.
A julgar pelas estáticas oficiais, a natação é, neste momento, a segunda modalidade desportiva mais praticada no nosso país. Sendo muitas vezes vista como o mais seguro desporto á se participar, pois há muito pouca chance de lesão, mas essa crença é infundada, a lesão é um risco real na natação.
Lesões musculares muitas vezes podem ocorrer entre os nadadores, devido à natureza repetitiva de braçadas e pernadas, tendo como principais grupos lecionados os joelhos os ombros e a coluna vertebral .
A partir das pesquisas feitas durante a elaboração deste trabalho, não é importante apenas desfrutar das experiências e benefícios da natação e sim, saber usá-la no dia-a-dia com prudência, aprendendo á respeitar o limite corporal de cada atleta evitando assim o aparecimento tão indesejado das possíveis lesões aqui esclarecidas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BONACELLI, M.C.L.M. A natação no deslizar aquático da corporeidade. Tese (doutorado) –Unicamp. Campinas, S.P., 2004.
CAMPION, Margareth. Hidroterapia: Princípios E Prática. São Paulo: ed. Manole, 2000.
MASI, F. Hidro: propriedades físicas e aspectos Fisiológicos. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
MCARDLE, W. D., KATCH, F. I. E KATCH, V. L. Fisiologia do Exercício: Energia, Nutrição e Desempenho Humano. 5º edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

Um comentário:

Rinoplastia Secundaria disse...

É preciso ter cuidado em qualquer treino.

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